27 de ago. de 2008

Os porcos selvagens



Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no la-boratório, o professor notou um jovem do intercâmbio que continua-mente coçava as costas e se esticava como se elas doessem.

O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno res-pondeu que tinha uma bala alojada nas costas, pois tinha sido alveja-do enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que es-tavam tentando derrubar seu governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”.

No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estra-nha pergunta: “O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?”

O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma res-posta engraçada. O jovem disse que não era piada.

“Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca, mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir”.

“Quando eles se acostumam com a cerca, eles voltam a comer o mi-lho e você coloca o outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acos-tumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo”.

“Assim, rapidamente, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão”.

O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer neste país. O governo ficava empurrando-os para onde ele queria e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de “proteção”, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coi-sa, pagamentos para não plantar, programas de “bem-estar social”, medicina e medicamentos “gratuitos”, sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a miga-lha.

Devemos sempre lembrar que: “Não existe esse negócio de almoço grátis” e também que “não é possível alguém prestar um serviço mais barato do que seria se você mesmo o fizesse”.

Finalmente, se você percebe que toda essa maravilhosa “ajuda” go-vernamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia em nosso país, parabéns! Mas se você acha que políticos e ongueiros pe-dem mais poder para as classes deles tirarem liberdades e dinheiro dos outros para beneficiar “você” ou “os pobres” então só tenho a te oferecer meus pêsames, mas que Deus o ajude quando trancarem a porteira!

Autor desconhecido


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