21 de fev. de 2008
Erros comuns cometidos pelo estagiário
Essa matéria eu achei muito interessante e aqui transcrevo como forma de contribuir para os que iniciam a carreira e se sentem inseguros nesse início de vida profissional. A transcrição foi feita do sítio da Universia e preserva-se o crédito de seus autores. O artigo trata dos 10 maiores erros cometidos pelos estagiários. Assim sendo, propõem-se sugestões para evitar tais erros e ter um desempenho aceitável no ambiente de trabalho.
1. Acomodar-se
"O estudante precisa entender que o estágio serve para ele aprender e o fato de estar nesta posição significa que ele deve demonstrar interesse por novos conhecimentos. Tem muito estudante que entra na empresa e pensa: ‘legal, agora que passei na seleção vou relaxar’. Por causa disso, assume uma postu-ra mais passiva do que deveria. O estudante não pode ser acomodado a ponto de achar que a empresa vai adivinhar as necessidades e as dificuldades dele. Se tem dúvida, pergunte, se não entendeu, esclareça. Uma postura passiva pode ser encarada como má-vontade e falta de iniciativa. Para quem pretende evoluir ou mesmo disputar uma efetivação, estará longe de alcançar seus obje-tivos".
Jô Furlan - especialista comportamental
2. Entrar de "salto alto"
"O primeiro ponto para quem ingressa no mercado de trabalho é entender que está na condição de aprendiz. Portanto, não cabe agir como se já fosse empre-gado há muito tempo e questionar paradigmas ou tratar as diretrizes da em-presa como se estivessem obsoletas. O estagiário deve ouvir mais do que fa-lar. Com o tempo e com mais experiência profissional é que irá adquirir a ma-turidade necessária para opinar e contestar determinados pontos de vista. Tem muito rebelde sem causa que traz isso para o ambiente de trabalho. O estagiá-rio que reclama de todas as tarefas, não se enturma e ainda por cima é resis-tente às políticas da empresa tem menos chance de ser bem-sucedido em re-lação ao candidato que é humilde, gentil e cortês".
Reinaldo Passadori - especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal
3. Abusar de linguagem vulgar
"Em casa ou com os amigos até cabe o uso de gírias ou expressões menos ela-boradas, comuns ao dialeto da juventude. No ambiente de trabalho a coisa já muda de figura. A comunicação deve ser uma preocupação constante do jo-vem. É pela maneira com a qual ele se comunica que suas mensagens serão recebidas e decodificadas pelo outro. Por isso, é fundamental evitar gírias e palavras que denotem baixo nível intelectual. Além do jovem ser 'percebido' de uma maneira imatura por causa da maneira como fala, uma linguagem vulgar deve ser evitada, sobretudo, porque é nesta fase que ele deve se preocupar em evoluir. O estudante tem de ler muito para ampliar seu vocabulário e ter uma pronúncia melhor. Uma comunicação eficaz poderá demonstrar seu talen-to, potencial e suas habilidades".
Reinaldo Passadori - especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal
4. Prender-se ao estágio pela bolsa-auxílio
"Tem muito estudante que se preocupa mais com o quanto ganha do que com aquilo que realmente aprende no estágio. Sei que a condição do jovem brasi-leiro não é fácil e muito aluno depende do dinheiro para pagar os estudos. O estágio, porém, é a fase em que ele está livre para errar, fazer testes, se desi-ludir. É nessa hora que ele deve priorizar seu aprendizado. O valor da bolsa-auxílio, neste caso, pode ser até um revés. Se um estudante tem um bom sa-lário para a condição de estagiário, mas desenvolve atividades pouco desafia-doras e, por vezes, até desestimulantes, ele compromete seu futuro. O jovem precisa evoluir. Ficar no estágio por causa do salário o transforma em um tra-balhador braçal e não em um estudante que tem um futuro pela frente. O mercado de trabalho, por sua vez, é muito cruel nesse sentido. Se você passou pelo estágio e se prendeu aquele que pagava mais, mas que não te ensinou muito, certamente você sofrerá conseqüências no futuro".
Maria Ester Pires da Cruz - consultora do Ibmec Carreiras do Ibmec São Paulo
5. Adotar postura inflexível
"Uma competência fundamental que o estagiário dever ter é flexibilidade para mudanças. Atualmente, as empresas são muito dinâmicas, logo, as prioridades de trabalho mudam rápido demais e o estagiário pode não acompanhar ou até mesmo não entender. É interessante que ele tenha essa competência, pois as-sim, evita-se que ele fique frustrado em algumas situações ou tenha a impres-são de que nunca consegue terminar suas atividades ou projetos. Uma suges-tão para o estagiário é conversar sempre com seu tutor/gestor e procurar en-tender o que acontece no momento e quais são as prioridades de trabalho".
Felícia Duarte - gerente de projetos da Cia de Talentos
6. Ser individualista
"Procure desenvolver suas atividades de bem com a vida e com seus colegas dentro da empresa. Isso significa que você deve ser pró-ativo, deve estar sin-tonizado com o mercado, precisa ser curioso e sempre trazer outras idéias pa-ra o grupo. Entenda que no ambiente de estágio (ou de trabalho) todas as fun-ções são importantes, portanto, valorize as suas atividades e a de seus cole-gas. Procure agregar e, se possível, tenha envolvimento com projetos de ou-tras áreas. Lembre-se: sozinho ninguém muda nada".
Rossano Lippi - diretor da Central de Estágios Gelre
7. Deixar o trabalho para depois
"O estágio é o momento em que o estudante deve trabalhar em tempo real, quer dizer, não deixar para depois o que ele pode fazer hoje. Em geral, somos avaliados sobre aquilo que produzimos. Se produzirmos rápido (e com qualida-de) isso pode ser um ponto a favor em relação aos demais estagiários na hora da empresa optar entre um e outro para fazer parte de um novo projeto ou até mesmo na hora de decidir quem será efetivado".
Suzy Fleury - Psicóloga e consultora empresarial
8 Ter vergonha de perguntar
"Não tenha vergonha de perguntar o que não sabe. É muito importante exerci-tar a curiosidade mesmo que se trate de assuntos que não estejam diretamen-te ligados à sua área de atuação. Lembre-se que o estágio é uma oportunidade não só de demonstrar as suas competências, mas também de adquirir novos conhecimentos. Aliás, a curiosidade (ou a sede de aprender) é um diferencial que não deve ser perdido nunca, pois constitui uma das características funda-mentais do profissional de sucesso. Só tenha o cuidado de escolher a hora cer-ta para fazer suas perguntas, para não atrapalhar as atividades de quem vai responder".
Celso Dutra - gerente de Recursos Humanos do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola)
9. Perder tempo na internet (orkut, e-mail, MSN)
"Administre bem o seu tempo. Chegar antes e sair depois de todos não é sinô-nimo de dedicação e competência. Cuidado com o tempo perdido com e-mails e com a navegação na Internet. O estagiário deve se perguntar ao final de ca-da dia: ‘Eu dei lucro ao meu empregador hoje?’ Se a resposta for afirmativa, você está no caminho certo".
Tom Coelho - especialista em carreira e conteúdo motivacional
10. Fugir das responsabilidades
"Ao conversar com gestores de grandes empresas muitos deles reclamam da postura profissional de estudantes de universidades clássicas e conceituadas. No dia-a-dia no estágio, ele se comporta como se não precisasse se esforçar, imagina que a boa fama de sua universidade de origem seja suficiente. O es-tagiário, porém, deve ter claro que esta é a fase em que ele abrirá portas para o mercado. É preciso estar atento, aproveitar oportunidades e decidir com ma-turidade o que é mais importante em cada momento. O estudante não pode ser inconseqüente a ponto de executar mal uma tarefa, priorizar compromissos secundários ou simplesmente culpar outros pelos seus erros. Quem tem esse tipo de comportamento não se sustenta por muito tempo".
Carmem Alonso - psicóloga e coordenadora de treinamento para clientes do NUBE (Núcleo Brasileiro de Estágio)
1. Acomodar-se
"O estudante precisa entender que o estágio serve para ele aprender e o fato de estar nesta posição significa que ele deve demonstrar interesse por novos conhecimentos. Tem muito estudante que entra na empresa e pensa: ‘legal, agora que passei na seleção vou relaxar’. Por causa disso, assume uma postu-ra mais passiva do que deveria. O estudante não pode ser acomodado a ponto de achar que a empresa vai adivinhar as necessidades e as dificuldades dele. Se tem dúvida, pergunte, se não entendeu, esclareça. Uma postura passiva pode ser encarada como má-vontade e falta de iniciativa. Para quem pretende evoluir ou mesmo disputar uma efetivação, estará longe de alcançar seus obje-tivos".
Jô Furlan - especialista comportamental
2. Entrar de "salto alto"
"O primeiro ponto para quem ingressa no mercado de trabalho é entender que está na condição de aprendiz. Portanto, não cabe agir como se já fosse empre-gado há muito tempo e questionar paradigmas ou tratar as diretrizes da em-presa como se estivessem obsoletas. O estagiário deve ouvir mais do que fa-lar. Com o tempo e com mais experiência profissional é que irá adquirir a ma-turidade necessária para opinar e contestar determinados pontos de vista. Tem muito rebelde sem causa que traz isso para o ambiente de trabalho. O estagiá-rio que reclama de todas as tarefas, não se enturma e ainda por cima é resis-tente às políticas da empresa tem menos chance de ser bem-sucedido em re-lação ao candidato que é humilde, gentil e cortês".
Reinaldo Passadori - especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal
3. Abusar de linguagem vulgar
"Em casa ou com os amigos até cabe o uso de gírias ou expressões menos ela-boradas, comuns ao dialeto da juventude. No ambiente de trabalho a coisa já muda de figura. A comunicação deve ser uma preocupação constante do jo-vem. É pela maneira com a qual ele se comunica que suas mensagens serão recebidas e decodificadas pelo outro. Por isso, é fundamental evitar gírias e palavras que denotem baixo nível intelectual. Além do jovem ser 'percebido' de uma maneira imatura por causa da maneira como fala, uma linguagem vulgar deve ser evitada, sobretudo, porque é nesta fase que ele deve se preocupar em evoluir. O estudante tem de ler muito para ampliar seu vocabulário e ter uma pronúncia melhor. Uma comunicação eficaz poderá demonstrar seu talen-to, potencial e suas habilidades".
Reinaldo Passadori - especialista em Recursos Humanos e Comunicação Verbal
4. Prender-se ao estágio pela bolsa-auxílio
"Tem muito estudante que se preocupa mais com o quanto ganha do que com aquilo que realmente aprende no estágio. Sei que a condição do jovem brasi-leiro não é fácil e muito aluno depende do dinheiro para pagar os estudos. O estágio, porém, é a fase em que ele está livre para errar, fazer testes, se desi-ludir. É nessa hora que ele deve priorizar seu aprendizado. O valor da bolsa-auxílio, neste caso, pode ser até um revés. Se um estudante tem um bom sa-lário para a condição de estagiário, mas desenvolve atividades pouco desafia-doras e, por vezes, até desestimulantes, ele compromete seu futuro. O jovem precisa evoluir. Ficar no estágio por causa do salário o transforma em um tra-balhador braçal e não em um estudante que tem um futuro pela frente. O mercado de trabalho, por sua vez, é muito cruel nesse sentido. Se você passou pelo estágio e se prendeu aquele que pagava mais, mas que não te ensinou muito, certamente você sofrerá conseqüências no futuro".
Maria Ester Pires da Cruz - consultora do Ibmec Carreiras do Ibmec São Paulo
5. Adotar postura inflexível
"Uma competência fundamental que o estagiário dever ter é flexibilidade para mudanças. Atualmente, as empresas são muito dinâmicas, logo, as prioridades de trabalho mudam rápido demais e o estagiário pode não acompanhar ou até mesmo não entender. É interessante que ele tenha essa competência, pois as-sim, evita-se que ele fique frustrado em algumas situações ou tenha a impres-são de que nunca consegue terminar suas atividades ou projetos. Uma suges-tão para o estagiário é conversar sempre com seu tutor/gestor e procurar en-tender o que acontece no momento e quais são as prioridades de trabalho".
Felícia Duarte - gerente de projetos da Cia de Talentos
6. Ser individualista
"Procure desenvolver suas atividades de bem com a vida e com seus colegas dentro da empresa. Isso significa que você deve ser pró-ativo, deve estar sin-tonizado com o mercado, precisa ser curioso e sempre trazer outras idéias pa-ra o grupo. Entenda que no ambiente de estágio (ou de trabalho) todas as fun-ções são importantes, portanto, valorize as suas atividades e a de seus cole-gas. Procure agregar e, se possível, tenha envolvimento com projetos de ou-tras áreas. Lembre-se: sozinho ninguém muda nada".
Rossano Lippi - diretor da Central de Estágios Gelre
7. Deixar o trabalho para depois
"O estágio é o momento em que o estudante deve trabalhar em tempo real, quer dizer, não deixar para depois o que ele pode fazer hoje. Em geral, somos avaliados sobre aquilo que produzimos. Se produzirmos rápido (e com qualida-de) isso pode ser um ponto a favor em relação aos demais estagiários na hora da empresa optar entre um e outro para fazer parte de um novo projeto ou até mesmo na hora de decidir quem será efetivado".
Suzy Fleury - Psicóloga e consultora empresarial
8 Ter vergonha de perguntar
"Não tenha vergonha de perguntar o que não sabe. É muito importante exerci-tar a curiosidade mesmo que se trate de assuntos que não estejam diretamen-te ligados à sua área de atuação. Lembre-se que o estágio é uma oportunidade não só de demonstrar as suas competências, mas também de adquirir novos conhecimentos. Aliás, a curiosidade (ou a sede de aprender) é um diferencial que não deve ser perdido nunca, pois constitui uma das características funda-mentais do profissional de sucesso. Só tenha o cuidado de escolher a hora cer-ta para fazer suas perguntas, para não atrapalhar as atividades de quem vai responder".
Celso Dutra - gerente de Recursos Humanos do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola)
9. Perder tempo na internet (orkut, e-mail, MSN)
"Administre bem o seu tempo. Chegar antes e sair depois de todos não é sinô-nimo de dedicação e competência. Cuidado com o tempo perdido com e-mails e com a navegação na Internet. O estagiário deve se perguntar ao final de ca-da dia: ‘Eu dei lucro ao meu empregador hoje?’ Se a resposta for afirmativa, você está no caminho certo".
Tom Coelho - especialista em carreira e conteúdo motivacional
10. Fugir das responsabilidades
"Ao conversar com gestores de grandes empresas muitos deles reclamam da postura profissional de estudantes de universidades clássicas e conceituadas. No dia-a-dia no estágio, ele se comporta como se não precisasse se esforçar, imagina que a boa fama de sua universidade de origem seja suficiente. O es-tagiário, porém, deve ter claro que esta é a fase em que ele abrirá portas para o mercado. É preciso estar atento, aproveitar oportunidades e decidir com ma-turidade o que é mais importante em cada momento. O estudante não pode ser inconseqüente a ponto de executar mal uma tarefa, priorizar compromissos secundários ou simplesmente culpar outros pelos seus erros. Quem tem esse tipo de comportamento não se sustenta por muito tempo".
Carmem Alonso - psicóloga e coordenadora de treinamento para clientes do NUBE (Núcleo Brasileiro de Estágio)
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