28 de fev. de 2008
A lição da borboleta

“Um dia, num casulo, apareceu uma pequena abertura; um homem sentou-se e observou durante várias horas os esforços da borboleta para conseguir fazer passar o seu corpo através daquele buraco tão pequenino.
Pareceu-lhe que, apesar dos esforços, ela não conseguia progredir nem um pouco.
Que ela tinha ido o mais longe que lhe era permitido e que dali não sairia mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta. Pegou numa tesoura e abriu o que restava do casulo.
A borboleta então se libertou com grande facilidade.
Mas o seu corpo parecia murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, esperando que, a qualquer momento, as asas se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que se afirmaria a seu tempo.
Nada disso aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida a rastejar com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela não foi capaz de voar.
O que o homem, na sua gentileza e vontade de ajudar não compreendeu, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura eram o modo escolhido por Deus para que o fluido do corpo da borboleta passasse para as asas e assim ficasse apta para voar após se ter conseguido libertar do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente aquilo de que precisamos na nossa vida. 
Se Deus nos permitisse passar através das nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele deixar-nos-ia diminuídos. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar.
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava."
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